A Universidade Politécnica da Guarda colocou 217 alunos na 2ª fase de acesso ao ensino superior, totalizando 487 novos estudantes para 2026-2027, um crescimento de 85% face a 2025.
Segundo o reitor, é um sinal claro enviado ao mundo político, Governo e autarquias: “Com as políticas nacionais e locais certas, a Universidade Politécnica da Guarda tem a qualidade letiva e científica necessárias para atrair e fixar jovens, atividade económica e dinâmicas sociais no interior do país”.
A Universidade Politécnica da Guarda – UPG teve 217 estudantes colocados na 2.ª fase do Concurso Nacional de Acesso (CNA) ao ensino superior de 2026, mais 100 alunos do que na mesma fase do ano anterior. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, a UPG cresceu este ano 85% face aos 117 colocados na 2.ª fase de 2025.
A Universidade Politécnica da Guarda conta agora com 487 estudantes colocados para o ano letivo de 2026-2027, face a 307 no período homólogo do ano passado. Este acréscimo de 180 estudantes, corresponde a uma subida percentual de 58,6% e a uma evolução da taxa de ocupação acumulada de 36% para 67%.
Segundo Joaquim Brigas, reitor da Universidade Politécnica da Guarda, estes resultados assumem especial relevância quando são enquadrados nas assimetrias territoriais que continuam a marcar o acesso ao ensino superior em Portugal.
Na 2.ª fase de 2026, as instituições localizadas no interior registaram uma taxa de ocupação de 49%, enquanto no litoral esse valor atingiu 82%, uma diferença de 33 pontos percentuais. O interior concentra ainda 60% das vagas que permaneceram por preencher após esta fase.
“Claramente, a Universidade Politécnica da Guarda está a conseguir crescer em contraciclo com os resultados globais do interior do país”, afirma Joaquim Brigas. “O facto de a UPG estar entre os maiores crescimentos do país na atração de alunos não é motivo para festejos, uma vez que ainda há muitas vagas nos nossos cursos para ocupar, mas envia um sinal claro ao mundo político, quer ao Governo, quer às autarquias do seu território de influência”. Este sinal, segundo o reitor, “é que, com as políticas nacionais e locais certas, a Universidade Politécnica da Guarda tem a qualidade letiva e científica necessárias para atrair e fixar jovens, atividade económica e dinâmicas sociais no interior do país”.
Foto: Universidade Politécnica da Guarda.


