Instituto Politécnico da Guarda assinala 46 anos, com um terceiro doutoramento e a ambição reforçada de chegar a Universidade Politécnica.
O Instituto Politécnico da Guarda assinalou o seu 46.º aniversário num momento particularmente marcante da sua história, consolidando-se como uma instituição de ensino superior cada vez mais afirmativa, inovadora e determinante para o desenvolvimento da região.
Num ano em que o IPG vive o seu primeiro ciclo de doutoramentos, a instituição registou também várias aprovações de novos mestrados, reforçou a sua oferta formativa e viu crescer a sua presença em projetos nacionais e internacionais. Esta dinâmica confirma o caminho de afirmação que o Politécnico da Guarda tem vindo a construir, com impacto direto na qualificação das pessoas, na atração de talento e na valorização do território.
Entre os marcos mais recentes, destaca-se a aprovação de mais um doutoramento interdisciplinar e internacional, sinal claro da capacidade científica, pedagógica e institucional do IPG, tendo recebido a acreditação para um terceiro doutoramento, em “Média, Património, Sociedade e Espaços de Fronteira”, através de um consórcio que envolve, para além do IPG, a Universidade Pública de Navarra, a Universidade de Saragoça, a Universidade de Lleida e a Universidade de La Rioja, com a coordenação científica da Universidade Pública de Navarra.
A instituição lidera ainda projetos internacionais que, no seu conjunto, representam cerca de 24 milhões de euros, reforçando a sua ligação à Europa, à inovação, à investigação aplicada e à cooperação entre territórios.
Sob a liderança do seu Presidente, Joaquim Brigas, o Instituto Politécnico da Guarda tem afirmado uma visão estratégica assente na abertura ao exterior, na ligação às empresas, na cooperação com instituições nacionais e internacionais e na resposta às necessidades concretas da região. O próprio percurso recente do IPG demonstra que a ambição de evoluir para Universidade Politécnica não é apenas uma intenção, mas uma meta sustentada por trabalho, resultados e condições já reunidas.
Os institutos politécnicos têm hoje um papel preponderante no desenvolvimento das regiões, sobretudo nos territórios do interior, onde são motores de conhecimento, inovação, fixação de jovens, qualificação profissional e criação de oportunidades. No caso da Guarda, o IPG é mais do que uma instituição de ensino superior: é um agente estruturante do desenvolvimento regional.
Ao completar 46 anos, o Instituto Politécnico da Guarda celebra o seu passado, mas sobretudo projeta o futuro. Um futuro com mais ciência, mais internacionalização, mais formação avançada, mais ligação ao tecido económico e social e uma ambição clara: afirmar a Guarda como território de conhecimento, inovação e desenvolvimento.
A Rádio Fronteira associa-se a esta data, reconhecendo o papel fundamental do Instituto Politécnico da Guarda na construção de uma região mais qualificada, mais competitiva e mais preparada para os desafios do futuro.


